Os Tipos. Ninguém merece ser só mais um bonitinho...
Algo habita a minha mente ultimamente: a conclusão que cheguei sobre os ?tipos?.
Cada pessoa tem o seu tipo (estilo musical, personalidade). Não importa. O que me chama a atenção são as pessoas que fazem pose, mas que no fundo não são nada. As que tem capa e não tem conteúdo.
Do que adianta atrair as pessoas só pela aparência? E quando descobrem que não tem nada na cabeça? As relações tornam-se passageiras. Nada dura. Nada importa. Nada fica.
Penso sobre as pessoas que fazem tipos. Infelizmente isso ocorre mais com as meninas, ó vaidade ridícula! Preocupam só em se embelezar por fora, e com isso enfeiam-se por dentro. Não pensem que por elas não se preocuparem com a mente que elas são caladas, muito pelo contrário. Falam pelos cotovelos. (Quem fala demais não tem nada a dizer!). Futilidade. Mundinho do faz de conta. Isso não me convence. Prefiro me preocupar com a minha cabeça, minha vida do que com a minha aparência. Tenho muitos defeitos, sou humana. Já elas querem ser robôs, totalmente simétricas. Grande ilusão.
Vem a pergunta: você conhece pessoas assim? Com certeza sim. E em grande número.
Daí elas começam a ouvir Rock, porquê está na moda. Incapazes de entendê-lo. Esses modismos...
Sou a favor da liberdade, inclusive musical. Ouça o que você quer ouvir, mas pelo menos tente entender.
Nessa linha de raciocínio, concluo que prefiro dar valor às coisas reais, vivas, olho no olho, aquela conversa gostosa. E não agir como uma boneca, a esmo, que só serve para enfeitar.
E deve ser frustrante para a pessoa que só é lembrada como a bonitinha. Faça valer a sua personalidade. Qualidades e/ou defeitos, mas faça!
