Conto Anacrônico 5
♪ ♫ ♪ ♫ ♪ ♫
Para a casa da vovó, Melina foi. Viu como está tudo diferente, mas ao mesmo tempo familiar. Lembrou-se daquele peixinho de vidro que tanto brincara. E se surpreendeu com algo novo: um teclado. Ele estava ali, tímido, no canto da sala.
Enquanto isso, Mel conversava com a avó, mas seu pensamento estava voltado para a novidade ali presente. Portanto, ela sentou-se em frente do instrumento e começou a tocar melodias próprias, do lógico improviso e inspiração. Sua voz pedia para sair e acompanhar o som, contudo, a timidez não deixou.
Quando chegou em casa, Melina concluiu que viver a Música é isso e não ficar horas tentando tocar perfeitamente uma canção alheia, como tantos fazem e se dizem músicos.
Para a casa da vovó, Melina foi. Viu como está tudo diferente, mas ao mesmo tempo familiar. Lembrou-se daquele peixinho de vidro que tanto brincara. E se surpreendeu com algo novo: um teclado. Ele estava ali, tímido, no canto da sala.
Enquanto isso, Mel conversava com a avó, mas seu pensamento estava voltado para a novidade ali presente. Portanto, ela sentou-se em frente do instrumento e começou a tocar melodias próprias, do lógico improviso e inspiração. Sua voz pedia para sair e acompanhar o som, contudo, a timidez não deixou.
Quando chegou em casa, Melina concluiu que viver a Música é isso e não ficar horas tentando tocar perfeitamente uma canção alheia, como tantos fazem e se dizem músicos.

0 Comentários:
Postar um comentário
Assinar Postar comentários [Atom]
<< Página inicial