Conto Anacrônico 3
My dear diary?
É fevereiro e a vida continua. Melina vive os seus dias como devem ser vividos. Alguns monótonos, outros surpreendentes...
No seu quarto, Mel se sente absoluta. Livros, discos, lápis e um caderno pequeno são os instrumentos necessários para que ela faça o próprio porta-verdades.
Dessa forma, a garota passa horas debruçada em pensamentos na sua cama e logo começa a escrever palavras cheias de convicção. Bilhetes, textos, rimas. Várias formas de expressar o que pensa e, conseqüentemente, os seus dias.
Ela escreve e lê para si. Seu inevitável desabafo.
E o tempo passa, o caderninho vai se completando, mas uma coisa é imutável: a certeza de que Mel continuará descrevendo o seu pulsar.
É fevereiro e a vida continua. Melina vive os seus dias como devem ser vividos. Alguns monótonos, outros surpreendentes...
No seu quarto, Mel se sente absoluta. Livros, discos, lápis e um caderno pequeno são os instrumentos necessários para que ela faça o próprio porta-verdades.
Dessa forma, a garota passa horas debruçada em pensamentos na sua cama e logo começa a escrever palavras cheias de convicção. Bilhetes, textos, rimas. Várias formas de expressar o que pensa e, conseqüentemente, os seus dias.
Ela escreve e lê para si. Seu inevitável desabafo.
E o tempo passa, o caderninho vai se completando, mas uma coisa é imutável: a certeza de que Mel continuará descrevendo o seu pulsar.
Marcadores: Diários e pensamentos

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